Tupiniquim Pilsen


Me interessei em testar esta cerveja quando estava em um supermercado de Porto Alegre, pela curiosidade do nome bem “brasileiro”: Tupiniquim. É uma  Pilsen bem refrescante e de agradável paladar. Desce fácil. Tem coloração marcante e apresenta um excelente equilíbrio. O mais difícil foi coloca-la na mala de mão que levei no avião. Mas valeu a pena. Recomendo. Nota 8.0

Estilo: Pilsen
Teor Alcoólico: 5%
Amargor: baixo
Disponível em garrafas de 1000ml
Origem: Brasil

1176273_569556859775848_691972053_n

 

 

 

Anúncios

Whits­tab­le Bay


Cerveja orgânica inglesa. Levemente amarga com aroma de caramelo e frutas cítricas. Leve e refrescante. Vale experimentar. Nota 7, 5

Estilo: Ale
Teor Alcoólico: 4,5%
Amargor: baixo
Disponível em garrafas de 500 ml
Temperatura sugerida para degustação de 5 a °C
Preço médio: R$ 9,90
Origem: Inglaterra

1912541_655257257872474_1042173118_n

 

 

 

Cerveja e rock – essa combinaçao sempre deu certo


Cervejarias apostam em parcerias com bandas de rock para crescer e ganhar espaço no País

Rock’n roll, talvez o gênero musical mais conhecido do planeta, combina com cerveja, mas harmoniza – e muito – com a estratégia de crescimento das cervejarias artesanais, que apostam em rótulos alusivos ao tempo de estrada de determinadas bandas, ou que celebram uma música de sucesso.

Patricia Cruz/Estadão
Patricia Cruz/Estadão

Um exemplo é a Bamberg, com sede em Votorantim (SP). O negócio, que nasceu em 2005 e faturou R$ 3,5 milhões em 2013, fabrica a cerveja que estampa a marca dos Paralamas do Sucesso (O Calibre), do Nenhum de Nós (Camila, Camila), da banda Raimundos (Raimundos Halles) e do Sepultura (Sepultura Wiezen). Juntas, elas representam entre 7% e 8% do faturamento.

“Estou entrando (com esses produtos) em um público leigo, fora do pessoal que toma cerveja artesanal. É para atingir o fã da banda. Com isso, ele começa a tomar outras cervejas artesanais”, afirma Alexandre Bazzo, um dos proprietários da empresa. As cervejas rock, diz o empresário, têm boa demanda.

Segue matéria completa…

http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,cervejarias-apostam-em-parcerias-com-bandas-de-rock-para-crescer-e-ganhar-espaco-no-pais

Guinness


Nunca gostei cerveja escura, mas resolvi testar a mais famosa. Realmente ela tem um sabor especial. A Guinness é uma cerveja bastante interessante. Eu recomendaria até para pessoas que não gostam de cerveja. Ela tem um sabor suave, aveludado e com um toque especial de café.

E a espuma? Quando o anel da lata de alumínio é puxado, sobe uma espuma cremosa que faz inveja a muito chope tirado na hora. O segredo está num reservatório de nitrogênio colocado no fundo da lata. É essa cápsula que provoca a espuma. Ao ser aberta a lata, o gás na cápsula sai, por causa da diferença entre a pressão interior e o ambiente.

Nota 10

Estilo: Dry Stout
Teor Alcoólico: 4,1%
Disponível em latas de 440 ml
Temperatura sugerida para degustação de 8 a 12°C
Preço médio: R$ 15,00
Origem: Irlanda

1959827_651811171550416_1305154502_n

 

 

 

Cooler subterrâneo para gelar cerveja


Uma idéia bem maluca, mas ao mesmo tempo interessante foi criada por uma startup dinamarquesa: eCool, uma engenhoca que funciona como um cooler subterrâneo, que dispensa energia elétrica e usa o isolamento natural da terra para conservar a temperatura da bebida.

Na dinamarca deve funcionar bem, mas para o nosso clima tropical acho que não resolver muito. Mas por curiosidade vale a pena ler a matéria publicada no site da Info: Cooler subterrâneo garante cerveja gelada — é só enterrar

thumb-110622-ecoool-resized

Leffe – Blonde


O que falar da Leffe ? Sensacional! A receita é de 1240, produzida por monges na Bélgica. Logo, deve ser abençoada :). Espuma firme, aroma suave, pouco amarga e “bonita de se ver”. Uma cerveja para ser apreciada com tranquilidade. Recomendo. Nota 10.

Estilo: Belgian Blond Ale
Teor Alcoólico: 6,6%
Amargor: baixo
Disponível em garrafas de 330ml
Temperatura sugerida para degustação de 4 a 8°C
Origem: Bélgica

Compre esta cerveja na loja virtual do Balde de Cerveja

10150614_672156959515837_4113384104299789048_n

 

 

 

Origem da Brahma Granja Comary é questionada


Confesso que quando vi a propaganda da Brahma Granja Comary achei um pouco estranho. Plantar e colher uma boa cevada não é tão simples assim. Mas vamos aguardar o resultado final deste questionamento. Segue reportagem publicada no site da Exame.

São Paulo – A edição especial da cerveja Brahma Granja Comary, cuja cevada foi promovida pela marca como plantada, cultivada e colhida no local de treino da seleção brasileira, está tendo sua origem questionada.

O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), que se reuniu nesta quarta-feira, julgará a denúncia de um consumidor que pede a comprovação da fonte do ingrediente, segundo porta-voz do órgão. A Ambev nega as acusações.

De aconrdo com o Conar, a fabricante deverá reunir provas de que a informação veiculada em anúncios e no rótulo da embalagem é verdadeira. O processo pode, se for o caso, ser arquivado. Caso a fonte não seja autêntica, o Conar pedirá alteração ou suspensão da publicidade do produto.

Além do processo no Conar, a mesma reclamação sobre a autenticidade da cerveja vem fazendo barulho na internet depois de post publicado pelo blogueiro Juca Kfouri. Segundo texto do colunista do UOL, ele protagonizou “dois dias e meio de procura incansável” pelas plantações de cevada no local, sem sucesso.

Segundo afirmou a Brahma em comunicado, a colheita aconteceu no começo do ano de 2014. “O cereal foi beneficiado, transformado em malte e utilizado na produção da cerveja. Se hoje não há cevada na Granja Comary, é justamente porque o cereal foi usado no produto que já está sendo comercializado no mercado”, diz o texto.

size_590_Brahma_lanca_edicao_especial_cerveja_Granja_Comary

http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/origem-da-cevada-da-brahma-granja-comary-e-questionada